Dear Students, do you want to learn more about the Present Perfect? So, visit the sites below
explanation
http://www.englishpage.com/verbpage/presentperfect.html
http://www.teclasap.com.br/blog/2007/04/20/gramatica-present-perfect/
exercises
http://www.better-english.com/grammar/presentperfect1.htm
http://web2.uvcs.uvic.ca/elc/studyzone/330/grammar/upperf.htm
Escrito por Angie às 11h10
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On my list of hot links you will find a list of 85 phrasal verbs. Check it out
You can also answer a phrasal verb quiz. Check the link
http://anthonyhalderman.com/english/phrasal.htm 
and have fun 
Escrito por Angie às 21h46
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Some Phrasal Verbs with get
Escrito por Angie às 21h26
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PHRASAL VERBS WITH GET (Check Easy Way Essential Phrasal Verbs by Jonathan Hogan and José Igreja)

Escrito por Angie às 21h17
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Exercises about Phrasal Verbs
Click here http://anthonyhalderman.com/english/phrasal.htm
and have fun 
Escrito por Angie às 13h33
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Falar inglês exige o conhecimento de expressões cujo sentido não pode ser dado literalmente. Aí vão alguns exemplos extraídos do NTCs Dictionary of American Slangs. Hugs



Escrito por Angie às 19h29
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IMPORTANTE: não me responsabilizo pelo conteúdo dos sítios relacionados neste blog. Disponibilização, atualização e conteúdo são de responsabilidade de seus mantenedores. Em princípio, são sítios relativos a tópicos como educação, ensino, arte e esporte.
Escrito por Angie às 19h03
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Texto publicado no jornal do Leitor - O POVO
http://www.opovo.com.br/opovo/jornaldoleitor/809657.html
Pais e Filhos
É noite, umas nove e meia. A iluminação é fraca. Uma garotinha garimpa o asfalto, as latas e sacos de lixo para encher sua carrocinha. A do pai está quase cheia! Ele caminha lento e circunflexo pela calçada.
O que procura nunca está acima das canelas magras, que já devem ter percorrido outros bairros até chegar ali... A garotinha continua sua busca por plástico, papel, latinhas, tábuas, qualquer coisa que possa render alguns centavos de Real. Ela não aperta o passo. A noite será longa e não tem escola amanhã. Nunca teve escola.
Pode continuar seguindo os passos do pai sem dúvidas ou medos, afinal o comércio desses “resíduos sólidos” é coisa boa. Deixa a cidade limpinha e às vezes dá até em uma bonequinha que a mãe lava e veste. Ah, estudar? ler? “Precisa não, tia, eu quero puxar minha carrocinha como a mãe e o pai.”
A alguns quilômetros dali, outra garotinha. Ela corre entre as dezenas de estantes de uma livraria classe A em um shopping classe A. O pai lê a orelha do último best seller listado na Revista Veja da semana. Ele acomoda os óculos e as costas. Tenta achar a melhor posição no sofá da loja.
O reflexo das luzes na quarta capa não o deixa ler o texto... A garotinha deparou-se com um livrinho verde musgo. A história de um sapinho qualquer capturou sua atenção, mas há tantos livros de várias cores e tamanhos... Ela pára em frente a uma estante e escolhe quatro livrinhos.
Cruza a loja tentando não esbarrar nos demais leitores até chegar ao pai. Senta. Coloca os livrinhos nas pernas (os pezinhos ainda não alcançam o chão) e começa uma leitura frenética dos desenhos e das palavras. “Olha pai, esse tá em inglês!” O pai olha orgulhoso. “Ela vai longe... tenho tantos sonhos para essa menina...”
Escrito por Angie às 14h53
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Escrito por Angie às 16h54
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Boa leitura!
Li, gostei e recomendo
Aula de inglês de Lygia Bojunga: Gente, o livro Aula de Inglês da escritora Lygia Bojunga é gostoso de se ler. Vale a pena entrar na intrigante história de Tereza Cristina e seu Professor de inglês.
Fábulas de Esopo: Livro excelente para leitura no início ou no final da aula. O professor poderá refletir sobre aspectos diferenets do caráter humano, utilizando as fábulas. Eu sempre lia uma fábula para provocar debates e trabalhar a oralidade dos alunos do curso noturno. Consegui resultados bastante bons.
Mulheres de Cabul da fotógrafa Harriet Logan. Sensacional! Impossível não se sensibilizar com a dor e o massacre cultural que sofreram estas e tantas outras mulheres durante o regime dos Talebans.
As cinco pessoas que você encontra no céu! Surpreendente. Faz-nos refletir sobre as conseqüências de nossos atos na vida de todos os outros seres ao redor.
Seus alunos irão adorar e vc tb!
Escrito por Angie às 16h48
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RFLEXÕES
É impressionante a falta da noção de espaço que alguns têm, especialmente quando diante de um elevador! Gente, vamos nos posicionar à direita ou à esquesda. O elevador não vai sair dalí e se sair, volta, give me a break...
Com licença, por favor! [por Angela Carvalho]
Acho que foi há uma semana. Fugindo do atraso, peguei o elevador no quinto andar. Procurava desesperadamente a chave do carro, torcendo para que ninguém mais entrasse. Achei a chave! Um alívio, não teria que voltar e abrir quatro fechaduras, o que me tomaria uns dois minutos no mínimo!
Térreo. Eu, naturalmente apressada, tentei sair. Digo “tentei” porque quatro condôminos formavam uma barreira intransponível diante dos meus olhos. Ignorando minha presença no ambiente, os quatro se empurravam com um sorriso de canto de boca, disputando um espaço na porta do elevador. E ficamos nesse impasse. A indecisão de meus vizinhos pareceu durar uma eternidade.
- Deixem-me passar - pensei alto, pedi licença e passei, furando o bloqueio da insensatez do quarteto.
Outro dia, num shopping, eu e outra cliente ficamos encurraladas no elevador porque as pessoas insistiam em enfiar-se no recinto antes de dar passagem aos que lá estavam.
- Pai, empurra aí, se não a gente fica - choramingava uma garotinha. O pai - como é comum nos dias de hoje - obedeceu a sua pequena déspota sem piscar.
Pior é o usuário que carrega volumes! Sem cerimônia, empurra tudo - e quem estiver no caminho - para dentro, posiciona-se exatamente na passagem e desolé, você fica impedido de saltar no local pretendido.
As regras não são tácicas? Talvez fosse o caso de afixar cartazes do tipo “Não feche a saída”, ou “Antes de entrar, verifique se está vazio”, ou “Dê passagem”. “A preferência é de quem sai”, ou “Entre após contar até 5”, ou ainda algo mais incisivo, como “Respeite o meu direito de sair”.
Há duas semanas, em quatro portões de embarque de aeroportos diferentes, presenciei a mesma pressa inexplicável. Ao ouvirem o primeiro chamado da companhia, os passageiros logo se enfileiraram - esperamos uns dez minutos até que abrissem os portões e ouvíssemos o segundo chamado. As pessoas, em desabalada carreira, tentavam chegar aos seus assentos. Como eu, o leitor deve estar se perguntando o porquê de tanta pressa, já que os assentos estão, na grande maioria das vezes, determinados no cartão de embarque!
E não pára por aí! Será que o leitor já percebeu que ao verem um pedestre querendo atravessar ou um carro pedindo passagem os motoristas geralmente aceleram seus veículos?
É, parece que sofremos de uma pressa burra que nos cega a todas as possibilidades de gentileza e de bom senso.
Escrito por Angie às 16h32
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Muitos passam por nossas vidas deixando saudades. Penso que professores ocupam sempre um lugar especial por nos ajudarem nos caminhos que trilhamos... Dayse e Marcos foram assim, especiais...
Homenagem a quem foi verdadeiramente mestre (por Ângela Carvalho)
Publicado no Jornal O POVO - Jornal do Leitor em 09/06/2007 14:33 (http://www.opovo.com.br/opovo/jornaldoleitor/702203.html)
Ontem recebi um desses e-mails raros por que a gente pára o que está fazendo e dá uma lidinha. Acompanhada de uma canção tão simples quanto bela, o autor do texto enviado descrevia os “professores apaixonados”. Como professora, não resisti e li. Você deve estar achando que é algo piegas, recheado de sentimentalismo, pois eu lhe digo: talvez fosse, mas o que seria de nós sem um pouquinho de pieguice para nos afastar a empáfia? Uma pontinha de bobagem para amainar a rotina insensata a que somos submetidos? Mas voltando à mensagem recebida, digo-lhe que trouxe a recordação de quem foi assim: professor apaixonado.
Refiro-me aos professores Dayse Bessa e Marcus Dodt. A vida me apresentou à Dayse nos tempos de colégio. Era alta de saia e cabelos longos, tinha um olhar firme, mas terno. Para mim, era como uma daquelas deusas gregas das suas inolvidáveis aulas de História: uma fortaleza. É verdade que reclamávamos um bocado do que Dayse exigia! Mas seu pulso forte, porém extremoso como o de uma mãe, nos ensinou mais que conteúdos. Aprendemos disciplina, responsabilidade, respeito, auto-avaliação. Entendemos que é preciso estar alerta e questionar sempre!
O Marcus era a personificação do compromisso e da dedicação. Professor de Língua Inglesa, nosso encontro se deu no curso de Letras. Incansável, proporcionava a quem assistia às suas aulas tantas informações que ficávamos extasiados (será que um dia seremos assim?). Ensinava com alegria e afinco sem se preocupar com o tempo... O Marcos era como a Dayse: um pulso forte, mas uma fala de pai e de amigo quando precisávamos de um conselho ou de uma repreensão.
Marcus e Dayse tinham muito em comum: amavam lecionar e acreditavam em seus alunos, sentiam-se felizes com nossas vitórias. Respeitavam-nos e não careciam dizê-lo: sentíamos esse amor no lecionar, no cuidado com as aulas, nas palavras de incentivo e, em especial, no olhar de cada um. Infelizmente, Dayse e Marcus já não estão fisicamente entre nós. Não é possível conversar com eles, apresentar nossas pesquisas à Dayse ou ouvir a voz grave do Marcus ao violão, cantando Beatles ou a suave Edelweiss, Edelweiss.. (aquela canção da Noviça Rebelde!).
Ficou uma saudade gostosa e o exemplo. Quem foi aluno de Dayse e Marcus carrega um pouquinho deles no que faz, diz e ensina. Foram lições de vida e luta, de compromisso com a educação - raros hoje em dia - que temos a obrigação de passar adiante.
E eles foram assim mesmo, seguramente bem mais do que eu soube expressar: professores apaixonados que, como na mensagem (que não era piegas), “querem tudo” e jamais se apagarão “como um traço de giz no quadro” da nossa memória.
Escrito por Angie às 16h08
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LUGARES INCRÍVEIS 

Museu da Cachaça - Ceará - Lugar lindo, gostoso, uma visão paradisíaca que acalma a alma e alegra o coração! Vale a pena ganhar tempo lá. Visite e aproveite!
Escrito por Angie às 15h55
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ARTE FAZ BEM A ALMA!!!
No filme Mona Lisa Smile ou O Sorriso de Mona Lisa (2003 - dir. Mike Newell, roteiro Lawrence Konner e Mark Rosenthal) - críticas à parte - a personagem Katherine Watson (Julia Roberts) discute superficialmente o que é ou não arte com suas alunas. Independentemente do resultado a que se chegue com tal discussão, o objeto da observação promove reflexão e por isso já vale a pena. Afinal como disse Salvador Dalí "contemplar é pensar". Abaixo, inclui duas fotografia que tirei quando estive em Paris (2000) que nos convidam à contemplação.
(1) (2)
(1) Eros e Psiqué (Museu do Louvre - Paris - França/jul/2000)
Conheça a história contada por Fernando Pessoa em
http://www.insite.com.br/art/pessoa/cancioneiro/182.html
(2) Vênus/ Afrodite (Museu do Louvre - Jul/2000) Vejam a história do mito em
http://www.mundodosfilosofos.com.br/venus.htm
Escrito por Angie às 15h43
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Apresentações/ Introductions
Olá a todos os visitantes do meu blog. Vamos trocar idéias sobre ensino de inglês, educação e outros temas. Espero sua participação. Um forte abraço a todos 
Escrito por Angie às 14h31
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